quinta-feira, 2 de abril de 2015

Aprendizagem em ambientes virtuais: teorias, conectivismo e MOOCs



Mattar, J. (2013). Aprendizagem em ambientes virtuais: teorias, conectivismo e MOOCs. Acessado em 02/04/2015 em www.pucsp.br/pos/tidd/teccogs/artigos/2013/edicao_7/2-aprendizagem_em_ambientes_virtuais-joao_mattar.pdf .

Palavras-chave: Teorias da Aprendizagem. Behaviorismo. Construtivismo. Conectivismo.

Mattar no texto Aprendizagem em ambientes virtuais: teorias, conectivismo e MOOCs trata sobre teorias da aprendizagem que podem embasar a aprendizagem em ambientes virtuais; objetiva demostrar como teorias da aprendizagem tradicionais, (Behaviorismo, Cognitivismo e Construtivismo) ou contemporâneas (Conectivismo) podem ser utilizadas para a compreensão adequada do fenômeno da aprendizagem ubíqua resultantes das novas tecnologias, da Web 2.0 e das redes, e para orientar o design de cursos online; se utiliza de revisão bibliográfica sobre Conectivismo e MOOCs (Cursos Online Abertos Massivos), de conceitos de Lev Vygotsky e John Dewey e analisa alguns cursos online; ao final aponta que novas abordagens pedagógicas são requeridas para dar conta das práticas de ensino e aprendizagem neste contexto de ambientes virtuais e redes, todavia afirma que elementos das teorias de aprendizagem tradicionais também atendem a estes propósitos; estas por não terem sido desenvolvidas dentro do contexto de ambientes virtuais, alguns autores defendem necessário novas teorias ou uma revisão dessas para suportar as práticas de aprendizagem online, Web 2.0, redes sociais e dispositivos móveis gerando novas estratégias convergentes com interação e produção colaborativa em ambientes virtuais; outros estudiosos compreendem que as teorias tradicionais já incorporam tais elementos. Cita Anderson e Dron (2011), que defendem que mesmo com o surgimento de novas tecnologias e abordagens como o Conectivismo, teorias de aprendizagem clássicas como Cognitivo-Behavioristas e Socioconstrutivistas devem ser ainda utilizadas em educação a distância; cita Lev Vgostsky sobre discurso interior e o pensamento reflexivo que fundamenta o aprendizado e traz o conceito de Zona de Desenvolvimento Proximal – ZDP, o qual antecedeu o desenvolvimento das novas tecnologias, mas muito fundamenta a aprendizagem em ambientes virtuais. Conceitua MOOCs (Conectivistas) e afirma que a sua essência é o espírito da colaboração, além de utilizar conteúdo disponível gratuitamente na web significativa parte do conteúdo é produzida, transformada e compartilhada pelos participantes durante o curso em posts, em blogs, fóruns dentre outros; demonstra que os MOOCs crescem também qualitativamente; finalizando declara que há ainda mínimos percentuais de conclusão nos MOOCs e que somos convidados a repensar a função dos professores.

A importância deste estudo Aprendizagem em ambientes virtuais: teorias, conectivismo e MOOCs se dá por reunir conceitos essenciais, resgatando pedagogias clássicas e contemporâneas, elucidando posicionamentos teóricos e corroborando para a compreensão de que elas são complementares - ANDERSON e DRON (2012) afirmam que as gerações de Pedagogias surgem trazendo consigo contributos das gerações anteriores e avançam; amplia conhecimentos sobre a evolução dos MOOCs e os impactos em relação ao papel do novo professor. É também importante por constituir-se atividade acadêmica da Unidade Curricular Processos Pedagógicos em e-Learning, contribuindo para a nossa formação em Pedagogia do e-Learning, além de fundamentar a prática profissional atualmente desenvolvida no segmento da educação a distância.

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